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domingo, 9 de dezembro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 18)


O Sol, ainda que ameno, fez Zael suar. Sua cota élfica de couro fervido, nobre, trazia conforto na batalha, mas após a perigosa investida contra as guerreiras Forsworns nem as melhores armaduras seriam confortáveis.
- Você foi imprudente! – disse à Lydia. Nunca precisou chamar sua atenção, mas dessa vez ela passou dos limites. Ele, arqueiro, sorrateiro, promove seus ataques furtivamente. Sabia que a intenção dela foi ajudá-lo, mas além de por em risco suas vidas atrasou sua excursão para Northwatch Keep. Lydia preferiu não respondê-lo.

A estrada cortava a fortaleza Broken Tower Redoubt, levando-os para uma ponte. Consultando o mapa Zael descobriu que cruzá-la os afastaria do destino. A ponte estava disposta entre duas montanhas, deixando o rio a uma grande distância abaixo. O terreno que ladeava o início da ponte era extremamente íngreme. Zael não estava disposto a arriscar-se na descida.

Retornando um pouco pela estrada eles encontraram um percurso escondido. A falta da pavimentação das pedras claras o fez perceber tratar-se de uma trilha improvisada: um insignificante caminho rodeado por árvores, plantas nativas e rochas acidentadas, sempre seguindo para baixo. Zael não hesitou e ambos desceram pelo percurso correndo. Depois de algum tempo eles encontraram a orla do rio. Olhando para cima ele vislumbrou a ponte. Lá estava, distante, um pouco fosca pela neblina vespertina que surgia timidamente.

Eles continuaram caminhando rente ao rio, buscando um local mais apropriado para a travessia. Lydia teve a esperança de encontrarem uma segunda ponte. Sua armadura pesada regredia sua agilidade na água. Não deixou de notar que as correntezas eram fortes, rápidas e perigosas.

A trilha agora não passava de um risco descampado em meio às rochas e a vegetação rasteira. Não foi surpresa o fato dela simplesmente desaparecer nesta margem e continuar sua ondulada viagem do outro lado do rio. Enfim, chegara o momento. Apesar do cansaço não tiveram dificuldade de chegar ao outro lado. Sem repouso, prosseguiram. Pouco distante da margem a estrada inclinava-se vagarosamente, permitindo que os viajantes continuassem imprimindo seus passos rápidos, descuidados. Lydia seguia na frente, chacoalhando sua maça contra o aço da armadura. Zael, mais silencioso, tentava acompanhá-la.

Bons momentos. Nada como o silêncio da estrada para fazê-lo refletir sobre sua conduta. Muitos eram os seus compromissos. Mesmo estando cansado almejava encontrar Avulstein o mais rápido possível, afinal, além de ter prometido à matriarca Gray-Mane ajudá-lo no resgate, a segurança de Thorald estava em jogo.

Abruptamente os pensamentos de Zael foram interrompidos. Quando notou, Lydia tencionava uma flecha em seu arco ao máximo, apontando para algum ponto à esquerda da estrada. Uma grande rocha impedia o campo de visão de Zael. Sorrateiramente aproximou-se para verificar o que a afligia. Em meio às pequenas árvores, arbustos e rochas salpicadas uma pequena criatura mirava-os com seus olhos focados, porém um tanto medrosos. Tratava-se de um Stray Dog. Zael pousou sua mão levemente sobre o arco de Lydia, pedindo-a apenas com o olhar para abaixar a guarda. Aproximou-se vagarosamente do animal que, percebendo um perigo eminente, começou a rosnar. Estava agora a apenas alguns passos de distância. Isso foi suficiente para que o aguçado instinto do Stray Dog fizesse-o perceber que o arqueiro não pretendia atacá-lo, afinal, se o quisesse, já teria feito. Mesmo assim ele continuava friso, tenso. Zael sabia que ao menor descuido o cão poderia estranhá-lo e reagir ofensivamente. Ambos estavam apreensivos. Lydia ainda aguardava à distância, apenas observando. A um passo de distância, Zael abaixou-se e fez um carinhoso afago, perdendo sua mão em meio ao emaranhado grosso do pescoço do seu novo amigo. Stray Dog ainda ficou assustado por alguns instantes, mas logo percebeu que não havia o que temer, aceitando o pedido de trégua silencioso. Zael e Lydia encontraram um novo parceiro.


Stray Dog foi alimentado fervorosamente. De certo havia dias que não comia. Devorou em instantes dois grandes pedaços de carne de coelho, fardo que alimentaria Lydia e Zael por quase dois dias. Após a refeição ele mostrou-se animado e prestativo. Corria sempre à frente dos heróis, fazendo uma espécie de reconhecimento de área, com latidos e rosnados que poderiam chamar a atenção de um dragão a quilômetros de distância. Essa sem sombra de dúvidas não era as expectativas do arqueiro, mas não conteve o animal em sua ajuda atabalhoada.

A trilha às vezes espiava montanhas íngremes, pequenas florestas, descampados abandonados e acidentados. O percurso não foi difícil, mas suficientemente grande para que a noite caísse muito antes deles chegarem ao destino. Stray Dog agora estava mais silencioso, talvez já acostumado ao ritual de viagem que os guerreiros estavam habituados.

Zael começou a sentir um cheiro salgado, um pouco pesado. Teve suas suspeitas logo confirmadas quando ao longe deixou de enxergar a continuidade das montanhas e florestas. Chegavam agora ao vasto Sea of Ghosts. Faziam anos que Zael não visitava o oceano.


Rente à praia caminharam. A noite avançava. O cheiro do mar se misturava com o da neve. Apesar de estarem diante do Sea of Ghosts, as montanhas impetuosas os cercavam, trazendo consigo o gelo e o vento cortante.

Uma ou duas horas mais tardes chegaram. Northwatch Keep era uma fortaleza modesta, protegida por meia dúzia de elfos arqueiros em seu exterior. Zael, Lydia e Stray Dog passaram em meio às árvores nevadas, obscurecidos pela noite cinzenta. Eles procuravam por Avulstein Gray-Mane, que prometera aguardar por eles próximo ao lugar. Do lado direito da fortaleza uma grande pedra encobria a visão da continuidade da estrada. Ao atravessá-la, um pequeno grupo foi encontrado. No total eram três guerreiros: Vidrald, Geircund e Avulstein Gray-Mane, o líder. Todos juntos reuniram-se numa sociedade de seis guerreiros. Certamente se investissem contra a fortaleza em poucos instantes os elfos estariam mortos. Zael não tinha dúvidas disso. Preocupava-se, entretanto, com a segurança de seus amigos. Poderiam eles atravessar a defesa de Northwatch Keep sem problemas, ferimentos ou mortes?

O arqueiro não sabia lidar com essas situações. Sempre prezava pela segurança daqueles que o acompanhavam, ao ponto de preferir arriscar-se sozinho numa invasão do que expô-los ao aço dos inimigos. O excesso de zelo trouxe-lhe um desconforto no peito. Não estaria ele alimentando uma falta de confiança implícita nos amigos? Lydia já se acostumara com esse ritual inapropriado. Mesmo não aceitando respeitava os seus pedidos. Ao menos era o que ele percebia. Temeu que o problema seria com o grupo de Avulstein, que certamente resistiria ao pedido. Mediu bem suas palavras.
- Vou avançar sozinho no início, matando em silêncio os vigilantes – fez uma pausa. Todos continuaram aguardando, atentos. – Terminando de limpar os muros da fortaleza voltarei aqui para entrarmos todos juntos, num massacre rápido.
Obteve êxito. A noite não permitiu captar totalmente a expressão dos homens, mas todos assentiram sem palavras. Até o cão pareceu entender, do seu modo.


Perfeito. Noite, escuridão, silêncio e um arco mortífero. Zael avançou pelo aglomerado de árvores em frente à fortaleza. Eram pinheiros, supôs, pela tato do caule. Postou-se atrás de um que insistia em manter suas folhas secas em meio ao frio. Tencionou uma boa flecha negra embebida de veneno aracnídeo em seu arco de guerra, provando o prazeroso som de corda sendo tensionada. O controle da respiração era imprescindível, tão quanto a paciência. O sangue frio de esperar o momento certo para o disparo. Enxergava apenas a silhueta do inimigo à distância, cruzando uma das muralhas distraído. Dois segundos, talvez um pouco mais. Escutou o som característico do vento sendo cortado e o previsível rosnado abafado daquele que perdera sua vida sem sequer desconfiar que estava sendo observado. Os outros vigilantes não notaram o vulto que caia para fora da fortaleza, despencando de encontro à neve. Pela experiência do arqueiro, julgou ter depositado a flecha na lateral do peito. Se ele usava cota de malha, pouco tinha amortecido o impacto fulminante.

Ladeando as muralhas, agora mais próximo, disparou mais algumas flechas. Em menos de meia hora todos os elfos estavam mortos. Percorreu o lugar para destroçar a esperança daqueles que agoniavam, mas não foi necessário sacar sua maça mágica. Recolheu algumas flechas e moedas de ouro entre outros itens menos importantes. As armaduras dos mortos eram de couro, pouco nobre e de valor medíocre. Carregavam um emblema élfico qualquer. Em limitadas lembranças pensou já ter se deparado com essa bandeira, mas dispersou seus pensamentos no instante seguinte. Resolveu deixá-las ali. Não tinham valor para ele.

Ficou tentado a invadir o local sozinho, mas sua promessa forçou-o a voltar ao grupo para avisá-los que o terreno estava limpo. Os próximos momentos seriam de muitos gritos, choques corpo-a-corpo e sangue derramado. Essa situação deixava Zael apreensivo. Afinal, ele era amigo do silêncio, não do desespero.

E assim foi. Todos entraram correndo por uma estreita porta dos fundos, encontrando vários inimigos descuidados. Aos montes outros foram aparecendo. Eram seis contra vinte, ou mais, talvez. Apesar disso a luta não estava injusta. A experiência dos invasores era visivelmente superior. Ainda assim houve momentos de terror.

No primeiro salão eles encontraram algumas masmorras. Todos os prisioneiros eram hostis, mesmo depois de libertos. Nem ao menos um agradecimento foi dito. Alguns corredores depois eles chegaram a um quarto requintado. Logo foram avistados pelos dois únicos presentes: um feiticeiro élfico e Thorald. O irmão Gray-Mane estava acorrentado, totalmente impossibilitado. O mago, por outro lado, se mostrou um verdadeiro anfitrião. Levantou os braços em sinal de súplica benção aos deuses, olhando os visitantes com olhos carregados do ódio dos demônios. Chegou a pronunciar algumas palavras, mas o estrondo do raio que se formou em suas mãos foi tamanho que eles sequer perceberam isso. Aos olhos dos heróis o tempo passou lentamente, mas a investida do inimigo durou um piscar de olhos. Um raio azul celeste, extremamente brilhante, projetou-se de dentro de seus punhos unindo-se no centro do arco de seus braços, provocando uma linha acidentada e iluminada, porém com muita objetividade. No exato momento do terrível barulho o feitiço atingiu o peito de Geircund. Suas armas foram arremessadas para os lados instintivamente e seu corpo foi lançado bruscamente contra a parede do salão. Lydia foi a única a reparar que o feiticeiro almejava disparar outra magia. Sem desvencilhar a corrente elétrica do primeiro ataque ele deferiu outro semelhante raio contra ela. Por sorte, ou mais provavelmente por habilidade, a guerreira saltou para trás de uma pilastra grossa de madeira. O ataque rachou completamente a estrutura disparando pequenos estilhaços queimados para todos os lados.

O inimigo estava sendo habilidoso, mas os heróis, apesar de atordoados, sequenciaram, sem prévia combinação, um ataque sincronizado. O primeiro foi Stray Dog. Com um salto baixo venceu a distância e cravou sua mandíbula na perna esquerda do feiticeiro. Não se sabe como, mas instantaneamente o mago transferiu uma poderosa descarga elétrica para o animal que caiu desacordado. Enquanto os outros guerreiros se aproximavam, uma flecha certeira cruzou a sala e fincou o pescoço do mago, jogando-o com força contra uma mesa. Numa inútil esperança ele levou as mãos à garganta. Isso deu tempo suficiente para que o machado de Avulstein exercesse sua matança, abrindo uma lasca no peito do homem. Um corpo sem movimentos foi arremessado violentamente para o lado quando o atacante puxou o machado. Vísceras e jatos de sangue tornaram o ambiente tenebroso num instante. A batalha estava terminada.

Lydia correu para acudir Geircund. Seus olhos queimados ainda abertos olhavam para um teto distante. Todo o corpo estava quente, com uma espécie de queimadura interior que projetava para fora feridas esporádicas. O amigo de Avulstein estava morto. Lydia silenciosamente avisou aos presentes. Zael aproximou-se do cão. Estranhamente ele ainda estava vivo, mas tremia tenebrosamente de uma forma que o arqueiro repugnava. Ele não respondia aos incentivos dos guerreiros, que agora o cercavam completamente. Avulstein, prevendo o resultado da enfermidade, afastou-se para encontrar seu irmão, prezo nas paredes mais internas da sala.
- O animal está sofrendo muito. Parece ter perdido os sentidos. Acho melhor sacrificá-lo – Lydia disse num tom vazio.
Mesmo que sua lógica concordasse com Lydia, Zael pegou uma poção de cura em seu inventário na esperança de trazê-lo de volta. Ainda antes de utilizá-la o corpo de Stray Dog enrijeceu fortemente e depois perdeu o sopro da vida. O pequeno cão encontrado solitário na floresta pode pouco desfrutar da companhia dos seus companheiros. Zael sentiu-se desolado, com a alma impotente. Afastou-se do grupo caminhando em direção à porta. Observava-os em silêncio. Dois mortos, um resgatado. A vida às vezes encontrava caminhos sombrios para conduzir seus interesses. Teriam os deuses influência nesses acontecimentos? Zael abanou a cabeça como se isso pudesse afastá-lo dos devaneios de um homem inconformado. Thorald, liberto, aproximou-se do grupo e agradeceu. Tinha o rosto carrancudo e estava muito ferido, mas os invasores perceberam a gratidão verdadeira em seus olhos. Seu irmão Avulstein deu-lhe uma espada e todos deixaram o salão do feiticeiro.

A saída da fortaleza, dali em diante, foi tranquila. Não havia outros inimigos. Conseguiram transportar os dois corpos para fora e enterrá-los com dignidade. Ao final do trabalho o raiar do dia se aproximava. O costume de Skyrim dizia que o amanhecer fortalecia os homens. A disposição de Zael lhe dizia o contrário. Fez o possível para não transparecer isso aos outros.
- Sua mãe, Fralia Gray-Mane, pediu que viéssemos resgatá-lo. Espera revê-lo em segurança em Whiterun. Por isso, devo cumprir minha promessa e escoltá-los até a cidade – Zael ofereceu modestamente. Thorald interveio:
- Não vamos para Whiterun.
Inconscientemente Lydia e Zael ficaram confusos. Avulstein, todavia, pareceu concordar com a proposta sem pestanejar. O que faria um homem raptado alimentar a preocupação de sua família adiando o retorno a sua cidade? Pelas próprias palavras de Avulstein, eles realizariam o resgate de Thorald com o objetivo de trazê-lo de volta à Whiterun. Alguma coisa nessa decisão descabida incomodava o arqueiro.
- Não entendo. Creio que você almeja retornar para a segurança do seu reino o quanto antes. Além disso, sua mãe aguarda-o ansiosamente.
- Eu não posso mais voltar para Whiterun. Aliás, se o fizesse estaria inclusive arriscando a segurança de todos vocês, meus bravos salvadores.
Zael percebeu elementos traiçoeiros nas palavras e no tom de voz do resgatado. Afastou seus olhos para os corpos caídos, todos mortos por seu arco. Com um susto recordou-se em meio às névoas do seu subconsciente o local onde avistara pela primeira vez o estandarte das armaduras élficas. Um poderoso clã de Whiterun acabara de perder alguns de seus assistentes.


Caros amigos leitores, durante algum tempo venho escrevendo meus passos na fabulosa aventura pelo mundo vasto de Skyrim. Fiquei tentado a fazer isso para fornecer a vocês elementos mais minuciosos desse fantástico game. Por isso fui detalhando cada passo do meu personagem, com algumas fotos e vídeos, sendo todos apresentados num formato de história, às vezes, somente quando necessário, complementada com informações pontuais do andamento do jogo.
Bom, foram até então 18 posts. Alguns mais interessantes que outros, confesso, mas todos feitos com apreciação de minha parte. Passados todos esses dias acredito termos colecionado uma sequencia de elementos que servirão, pelo menos superficialmente, para fazê-los perceber a beleza dessa obra. Diante disso, finalizarei as aventuras de Zael nesse 18º post, taxando-o como encerramento. Mesmo assim, ainda haverá o post oficial de Análise do Jogo para Skyrim, que acontecerá somente quando eu finalizar o game.
Enfim, é isso. Gostei muito de tê-los em minha companhia nessas aventuras e espero revê-los o post conclusivo num futuro próximo.

Abraços e até a próxima!
Guilherme Pontes

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 17)


Zael completou mais uma missão. Agora precisava decidir se iria para o norte ou tentaria completar alguma missão em Whiterun. Lembrou-se que os Alik'r procuravam por uma Redguard Woman na cidade. Pensou então em procurá-la. Iria cruzar pela cidade mesmo. Se a encontrasse completaria outra missão.

Eles seguiram pela trilha tranquilamente. Chegando à Whiterun percorreram os estabelecimentos de venda de armas. O arqueiro vendeu e comprou vários itens. Seguiu então para lojas de poções, onde além da negociata, aprendeu uma poção chamada Potion of Fortify Two-Handed.

Potion of Fortify Two-Handed: Dragon's Tongue + Fly Amanita

Terminado suas vendas, resolveu percorrer todas as casas à procura da guerreira. Atrás do The Bannered Mare encontrou um lugar chamado Guard Barracks. Estaria a Redguard ali? Além de guardas dormindo e descansando, havia uma passagem para um túnel subterrâneo chamado Dragonsreach Dungeon. O local tinha túneis, grades e prisões. Fora isso mais nada de interessante.

Voltou à cidade. Continuou percorrendo as casas. Agora estava diante do Hall of the Dead.


Lá dentro encontrou a Whiterun Catacomes. Havia três caveiras e alguns poucos tesouros. Continuou sua busca. Foi à fortaleza Dragonsreach. Mas não havia nada de interessante. O bom de ter visitado o castelo foi que aprendeu a manipular o Enchanting. O Enchanting era uma tábua mágica na qual poderiam ser forjados novos itens mágicos. Para operá-lo eram necessários três recursos: pedras preciosas mágicas, conhecer um encantamento e ter uma arma virgem (sem encantamento). O segredo da forja era aprender algum encantamento a partir de uma arma mágica. Nesse aprendizado, todavia, a arma era destruída. De posse desses três elementos Zael forjou uma nova luva com proteção contra danos elétricos.

Saindo dali percebeu que percorrera quase que toda a cidade, com exceção apenas de algumas casas trancadas.


Decidiu então abortar a busca pela Redguard e pensou em procurar Avulstein na casa Gray-Mane. Zael prometeu procurar pistas sobre seu irmão Thorald na casa Battle-Borns (Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 11)). Como encontrou (Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 15)), resolveu agora visitá-lo. Chegando lá, Avulstein descobriu nas pistas que o irmão estava preso em Northwatch Keep, fortaleza localizada próxima da estátua Meridia, local de entrega da Meridia's Beacon. Zael prometeu ajudá-lo. Eles então combinaram se encontrar do lado de fora da Northwatch Keep. Esse seria o próximo destino dos heróis.

Zael e Lydia seguiram pelas estradas. Ainda muito próximo de Whiterun, mesmo estando de dia, eles foram atacados por um dragão. Quando o monstro baforou chamas em Lydia, outros dois guerreiros surgiram para ajudá-los na batalha. Como eram quatro, a batalha foi fácil.


Continuaram seguindo. Haviam alguns inimigos. Cruzou a pequena cidade Rorikstead, que já conhecida. No cruzamento seguinte à cidade, foram surpresos por um grupo de quatro ou cinco bandidos. Todos foram mortos pelo arco e pela maça. Nessa encruzilhada seguiram pelo caminho que daria em Solitude. Esse, pelo que Zael supôs, levaria-os até Northwatch Keep.

Seguindo pela estrada, chegaram a uma fortaleza em ruínas chamada Broken Tower Redoubt.



Logo percebeu que ela estava populada. Umas arqueiras no terraço do primeiro andar atacaram-os logo que se aproximaram. Zael pensou em matá-las furtivamente, mas perdeu o controle da situação quando Lydia invadiu o castelo por conta própria, deixando-o do lado de fora.

Ficou preso numa batalha contra uma das guerreiras que estava do lado de fora, na estrada, e tentando matar as duas que atiravam flechas do segundo andar. Após derrotá-las, esperou Lydia regressar de sua investida. Depois de algum tempo, quando Zael pensava em procurá-la, ela apareceu na entrada da fortaleza. Chegou a pensar que estava morta, mas ficou feliz em vê-la retornar. Lydia realmente era uma poderosa guerreira.

Como certamente ela teria liquidado alguns inimigos no interior do local, Zael resolveu terminar o serviço. Pediu que ela o esperasse do lado de fora e entrou. O lugar estava todo destruído, com algumas armadilhas e alguns itens valiosos dispersos.

Encontrou várias inimigas: as Forsworn Foragers eram arqueiras, as Forsworn lutavam com armas melee e as feiticeiras Forsworn Looter, com magias de fogo e gelo. Todas estavam dispostas no primeiro e segundo andar. Depois e percorrer todas as salas, subiu enfim para o terceiro e último andar. Lá encontrou o único guerreiro, que julgou ser o líder do grupo: Forsworn Briarheart. Este era um forte feiticeiro, mas não foi páreo para as flechas do arqueiro. Pronto! Mais uma lugar devastado pelos heróis. Em pensar que entraram na fortaleza sem planejamento e de for desordenada.

Lydia e Zael estavam agora na estrada que seguia para Solitude, onde em algum momento deveriam ser esquivar para seguir para Northwatch Keep. Novas estradas e aventuras aguardavam nossos heróis.


Obrigado pela companhia e até a próxima.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 16)


Em Riverwood, Zael entrou em Sleeping Giant Inn para falar com Delphine. Lá ela agradeceu pela ajuda para matar o Dragon Sahloknir. Em seguida ela pediu que o arqueiro procurasse por Malborn em Solitude. Essa cidade ficava do outro lado do mapa, ao norte, muito longe de Riverwood. Como eles estavam nas redondezas de High Hrothgar, Zael achou mais prudente procurar por Greybeard Arngeir no alto da montanha, entregar o Horn Of Jurgen Windcaller e terminar seu treinamento.

E assim fez. Lydia e Zael saíram do estabelecimento e seguiram na direção de Helgen, almejando cruzar a estrada na orla da montanha e chegar à subida para High Hrothgar. A viagem foi tranquila. Enfim, após algumas horas de caminhada chegaram em Ivarstead. Zael não parou para descansar. Iniciou a longa subida. Encontrou apenas um Frost Troll. Depois de quase uma noite de viagem finalmente chegaram à High Hrothgar. Faziam muitos dias que não regressava a este castelo.


Entregou o Horn Of Jurgen Windcaller para Greybeard Arngeir. Este convocou os outros monges afim de realizar um último ensinamento ao arqueiro.

Um monge chamado Wulfgar mostrou como efetuar um novo Shout. Após o treinamento Zael aprendeu o Unrelenting Force Push. Pronto, segundo Greybeard Arngeir seu treinamento estava concluído. Inicialmente Zael achou que teria de cumprir outra missão para os monges, mas Greybeard não lhe passou nada. A próxima missão oficial dos heróis seria, então, seguir para Solitude e encontrar Malborn. Consultou seu mapa e percebeu que havia muitas pendências a serem resolvidas nessa região. Pensou em cumprir uma parte delas antes de prosseguir.

A primeira delas, que julgou estar mais próxima, seria investigar a cripta de Geirmund's Hall. Quando passou pelo local, ao matar o espírito de Geirmund (Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 7)), percebeu que deveria investigar. Não o fez na ocasião. Como a ilha que levava ao lugar estava próxima de Ivarstead, ao pé da montanha de High Hrothgar, resolveu viajar até lá.

Lydia e Zael desceram de High Hrothgar sem problemas. Logo estavam na ilha pretendida. Zael entrou sozinho e de início encontrou um aventureiro morto. O homem continha um livro chamado Lost Legends. Ao lê-lo, Zael descobriu que precisaria fazer outra busca pela Gauldur Legend. Em seu mapa verificou que deveria seguir para um local próximo à Folgunthur, que por sua vez ficava próxima a Solitude. Era mais um destino próximo à cidade Solitude.

Enquanto pesquisava seu mapa, notou algo interessante: o ponto onde deveria entregar a Meridia's Beacon também ficava próximo de Solitude. Como foi ingênuo! Ficou durante dias investigando um trecho próximo à encruzilhada nas redondezas de Riverwood e nada. Na verdade não era nesse estrada que ele entregaria a Meridia's Beacon! Era próximo de Solitude. Tudo bem, não se preocupou tanto pois logo ele faria tal viagem e terminaria com todas suas pendências naquela região.

Próximo à ilha da caverna Geirmund's Hall, na estrada que seguia para Whiterun, Zael lembrou-se de ter conversado com uma mulher chamada Annekke, em Darkwater Crossing. Na ocasião, Annekke pediu ao arqueiro que eliminasse o líder dos bandidos da Stony Creek Cave. Essa caverna ficava ao sudeste de Windhelm (aquela cidade que Zael cruzou enquanto seguia Delphine - Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 15)). Lydia e Zael voltaram para a estrada principal e seguiram na direção de Windhelm. Pensou que certamente cruzaria com essa caverna.

No geral a viagem foi tranquila. Apesar de ter sido feita à noite, só encontraram lobos. Mais adiante, quando já estavam próximos da localização de Stony Creek Cave, eles encontram um vila de Giants. A cena foi tenebrosa! Ao longe os terríveis rugidos de um dragão que voava de um lado para o outro. Como se um dragão já não fosse demasiadamente perigoso, eles também encontraram alguns lobos, um Giant e um Mammoth.

Primeiro Zael deferiu suas flechas no Giant. Este nem soube de onde sofrera os danos. Em seguida, ainda mantendo-se afastado do dragão, Zael matou o Mammoth. Pronto. Chamou Lydia e foram enfrentar a terrível criatura. Era um Blood Dragon, que soltava terríveis baforadas de gelo. A batalha foi confusa, mais por conta do terreno, cheio de pântanos e árvores. O inimigo também se confundiu vez ou outra em acertá-los. No final, quando pousou perto dos heróis, as várias investidas de Lydia e a rápidas flechadas do arqueiro liquidaram-o.


Recolheu alguns itens que havia no local. Ao tentar encontrar o caminho que levaria à Stony Creek Cave, encontrou outros inimigos: outro Giant e seu Mammoth. Mais uma vez, furtivamente, escondido em meio à penumbra noturna, o arqueiro deferiu sua flechas da morte.

Ao consultar o mapa percebeu que estava aos poucos se afastando da caverna. Resolveu voltar. Durante seu regresso, encontrou uma pequena encruzilhada: um dos caminhos levaria-os de volta à Ivarstead; outro certamente daria em Windhelm; o terceiro, pelo que notou, seguia na direção da caverna almejada. Ao caminharem por ela encontram um Khajiit. De início ele os ameaçou. Ao tentar intimidá-lo, mostrou-se como inimigo e fez um ou duas investidas na direção dos heróis. Com uma estocada e uma flechada ele já estava morto. Continuaram seguindo. Logo, ao desviarem seu percurso por uma estrada de chão, alcançaram um pequeno lago que provavelmente antecedia Stony Creek Cave.


Pediu Lydia que o aguardasse do lado de fora. Ao mergulhar encontrou uma passagem secreta que dava diretamente à caverna. O lugar não era perigoso. Tudo bem, os bandidos eram fortes, mas nada comparado aos muitos dragões e gigantes que o arqueiro estava acostumado. Em pouco tempo, após cruzar um dúzia de salões e outras dezenas túneis, encontrou o líder: Bandit Plunderer. Matou-o rapidamente. Além dos valiosos itens, ficou satisfeito por também encontrar um mapa do tesouro. Não perdeu muito tempo em estudá-lo. Postergou isso para depois.

Ao sair da caverna, chamou Lydia e ambos voltaram para o ponto da aldeia de gigantes. Passaram pela encruzilhada e seguiram pela estrada que levaria à Ivarstead, onde certamente haveria paralelas que levariam à Darkwater Crossing, morada de Annekke.

Passando pela estrada, resolveu percorrer uma pequena trilha que subia a montanha à esquerda. Já era dia, nesse ponto. Um pouco à cima, minutos distantes da estrada principal, eles encontraram um bandido acampado. O estranho prendia um lobo numa jaula. Percebendo a presença dos heróis ele partiu para o ataque. Era bem forte, mas não sobreviveu. Depois de matá-lo Zael preferiu sacrificar o lobo, pois este se mostrava agressivo. Próximo à barraca do bandido eles encontraram um lugar chamado Cragslane Cavern.

Antes de entrar, eles preferiram continuar subindo pela trilha. Um pouco à frente, numa passagem cercada por portais de pedra à esquerda, Zael visualizou uma torre. Pediu para a guerreira Lydia o aguardar ali e resolveu seguir sozinho. Ao chegar perto da torre, um poderoso Conjurer o atacou. A batalha foi bem difícil, mas depois de muitas flechadas o inimigo estava morto. Chegando à torre descobriu que o lugar se chamava Ansilvund. Vasculhou e pegou todos os itens que encontrou. Ao lado da barraca do mago, encontrou uma portava que levava à Ansilvund Excavation. Chegou a cogitar pedir ajuda à guerreira Lydia para desbravar o lugar, mas preferiu entrar sozinho, no receio de que os Conjurers fossem tão poderosos quanto o que tinha encontrado do lado de fora, mas na esperança de matá-los furtivamente, sem ser visto.

E assim fez. Demorou muitas horas para vasculhar cada salão, cada corredor. Com todo cuidado, muitas vezes correndo e se escondendo no escuro, conseguiu matar todos os inimigos sem se quer ser visto. Descobriu que o lugar estava infestado de Ice Mage Adepts, necromantes e mortos-vivos. Vez ou outra eles ressuscitavam as múmias do local com o objetivo de atacarem o arqueiro. Um pouco mais nas estranhas da caverna, uma voz maligna, que dizia se chamar Lu'ah Al-skaven, ameaçou aqueles que ali estavam. Agora Zael não poderia simplesmente sair do local. Desejou percorrer todo o caminho e matar a necromante Lu'ah Al-skaven. Afinal, não seria ela a desafiar o caminho do arqueiro.


Ao cruzar algumas salas, os feitiços de Lu'ah Al-skaven eram lançados afim de ressuscitar vários inimigos. O lugar também estava infestado de armadilhas. Depois de muitas horas, enfim, o arqueiro encontrou-a. Com duas flechadas Lu'ah Al-skaven estava morta. Ficou feliz pelos muitos itens valiosos, além das centenas moedas de ouro.

Ao sair da Ansilvund Excavation, passou pela torre Ansilvund e reencontrou Lydia. Como eles estavam perto da Cragslane Cavern, que encontrara antes de ingressar na Ansilvund Excavation, resolveu investigá-la também. Mais uma vez ficou surpreso com a força dos inimigos. Haviam muitos deles. E assim como o bandido que acampava do lado de fora da caverna, alguns lobos eram mantidos presos em jaulas. O lugar era, no geral, pequeno. Continha apenas dois grandes salões. O primeiro estava infestado de inimigos que, um a um, foram sendo mortos no escuro. O segundo salão abrigava o chefe dos bandidos. Esse era mais resistente, mas não soube de onde saíram as flechas que atingiram seu tórax.

Enfim, depois de vasculhar toda a região próxima da Stony Creek Cave, matar gigantes, mamutes, um dragão, magos e bandidos, Zael e Lydia regressaram à estrada almejando chegar em Darkwater Crossing. A viagem de volta não foi distante. Algumas encruzilhadas, descidas e pontes foram suficientes. Ao chegar em Darkwater Crossing, encontrou Annekke sentada próximo às barracas, em frente a uma fogueira. Ela ficou satisfeita com a notícia e ofereceu um treinamento de Light Armor ao arqueiro. Este aceitou, pois armaduras leves eram de seu interesse.

Lydia e Zael, os hérois de Skyrim precisavam agora decidir seu próximo destino. Pensou em seguir para Solitude, mas talvez fosse melhor resolver outras pequenas pendências antes de se aventurar novamente pelas estradas no extremo norte.


Obrigado pela companhia e até a próxima. Comentem!!!
Abraços.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 15)


Após a batalha, Lydia e Zael seguiram a trilha para baixo. Infelizmente não encontraram caminho que levasse diretamente às planícies próximas de Whiterun. Felizmente encontraram uma caverna chamada North Cold Rock Pass que, supos, provavelmente levava à parte sul da montanha.

A caverna era bem pequena. Havia apenas um Frost Troll e alguns itens. Saindo do outro lado, como previra, chegaram à South Cold Rock Pass. Nevava muito. O local parecia uma fortaleza abandonada.


Descendo pelas trilhas encontrou um lugar chamado Rannveig's Fast. Pensou estar deserto, mas na verdade ele estava habitado por fantasmas chamados Subjugated Ghost. Zael não encontrou nada de importante. Pensou que encontraria uma passagem ou caverna, mas só havia tendas dispostas desorganizadamente sobre a terreno rochoso. Talvez se fosse dia, teria encontrado mais alguma coisa. Resolveu seguir seu caminho.

Finalmente chegou próximo às estradas que os levariam para Whiterun. Não encontrou inimigos à noite, mas achou surpreendente como formavam-se nevoeiros baixos rente aos pântanos noturnos.


Ainda fora da estrada, encontrou uma caverna chamada Redoran's Retreat. Como almejava voltar para Riverwood, planejou regressar a esse local no futuro. Continuou caminhando.

Finalmente chegaram à estrada e seguiram, cruzando a noite, para seu destino. Chegou a pensar em caminhar direto para Riverwood, mas como haviam obtido muitos itens, preferiu passar em Whiterun para vendê-los. Pela estrada cruzou por um lugar chamado Fort Greymoor, mas não investigou.

Algumas horas depois eles entravam com segurança nos muros de Whiterun. Como era noite, dirigiram-se para The Bannered Mare, porém, antes de dormir, conversaram com um homem chamado Jon Battle-Born. Ao perguntá-lo sobre o paradeiro de Thorald Battle-Borns, sujeito que Zael prometeu procurar na casa Battle-Borns (veja em Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 11)), o sujeito aparentou nervosismo. Esse deslize foi suficiente para aguçar o instinto investigativo do arqueiro. Saíram de The Bannered Mare, ainda de noite, e seguiram para Battle-Borns.

Chegando ao local Zael pediu que Lydia aguardasse-o na parte de fora do casarão. Entrou furtivamente, arrombando uma das portas. Precisou, por vários momentos se esconder atrás de mesas, armários e portas. Os moradores perambulavam pela casa, mas nenhum deparou-se com Zael. Vasculho por todos os cômodos, sem sucesso. Quando invadia um último quarto na parte de baixa da casa, encontrou uma pequena sala-escritório. Havia livros e poções. Tudo parecia normal, exceto por um livro chamado Imperial Missive. O texto aparentemente fora escrito por Gen. Tullius e continha pistas sobre o paradeiro de Thorald. Pronto! Zael poderia procurar por Avulstein Gray-Mane para conversar sobre o assunto, mas como provavelmente seria requisitado em outra missão urgente, preferiu deixar para contar as novidades num momento futuro. Chamou Lydia para que voltassem para The Bannered Mare. Passou o restante da noite por lá.

De manhã, enfim, conseguiu vender quase todos os seus itens. Como havia acumulado uma quantidade boa de moedas de ouro, resolveu passar na casa de poções chamada Arcadia's Cauldron. Lá comprou pergaminhos que ensinavam as poções Restore Health Potion e Damage Health Poison. Além disso, tentou criar algumas poções e acabou descobrindo a fórmula para Poison of Ravage Stamina. A cada dia passado maiores eram os conhecimentos de Zael em poções.

Restore Health Potion: Imp Stool + Wheat
Damage Health Poison: Ectoplasm + Troll Fat
Poison of Ravage Stamina: Bone Meal + Bee

Enfim, após a curta passagem por Whiterun, caminharam para Riverwood. Encontraram um Giant no caminho. A batalha não foi difícil. Zael matou-o com suas flechas, à distancia.



Chegando em Riverwood entraram de imediato na taverna Sleeping Giant Inn. Conversou com a governanta do estabelecimento chamada Delphine e pediu para instalar-se no sótão. Nisso, ela disse não haver sótão e indicou-lhe um quarto comum. Zael dirigiu-se ao quarto e poucos instantes depois Delphine o procurou, pedindo que a acompanhasse.


Em um dos quartos ela abriu uma passagem secreta atrás de um armário e desceu para o cômodo escondido. Chegando lá ela explica que roubou o Horn of Jurgen Windcaller para conseguir a atenção de guerreiros associados ao Dragonborn e depois entrega-o ao arqueiro. Em seguida, apontando para um mapa disposto sobre a mesa, ela indicou um local chamado Kynesgrove. Disse que suspeitava que um dragão iria ressuscitar num local próximo à Kynesgrove. Pediu então ajuda ao arqueiro numa missão que cruzaria Skyrim até o ponto do nascimento do dragão, onde eles matariam-no. Zael aceitou.

Incrível que, num instante depois Delphine trajava uma armadura completa. Saiu do estabelecimento e aguardou pelos heróis do lado de fora. Realmente estava disposta a guiá-los até Kynesgrove.


E assim seguiram por muitas horas até o ponto distante do mapa. Não encontraram grandes perigos, apenas um urso e uma aranha gigante. Delphine seguia sempre na frente. Como carregava uma tocha, Zael não teve dificuldade de segui-la, mesmo tendo viajado durante a noite. Eles cruzaram Mixwater Mill e, já próximo de Kynesgrove, Windhelm Stables, o estábulo da cidade Windhelm. Como Delphine não parou em nenhum momento da viagem, Zael passou pelos lugares sem visitá-los.

Enfim, após muitas horas de caminhada, cruzou Kynesgrove e subiram pela montanha, onde supostamente haveria um ritual de ressuscitação do dragão. Ao longe o arqueiro já ouvia os gritos do monstro. Seria esse o dragão ressuscitado?


Os rugidos foram emitidos pelo dragão Alduin. Este ressuscitou um dragão chamado Sahloknir e depois fugiu. A batalha contra Sahloknir foi dura, mas com as armas dos guerreiros logo a criatura estava morta. Durante suas investidas, Zael lançou um de seus Dragon Shouts. Isso fez Delphine crer que o arqueiro realmente era um Dragonborn. Pediu então que Lydia e Zael a encontrasse, no futuro, em Riverwood. Dito isso a guerreira se distanciou rapidamente, traçando seu longo caminho de volta.

Zael ficou indeciso! Se permanece, poderia visitar as novas cidades que passara, talvez encontrando itens valiosos e fazendo novos amigos. Receando que Delphine encontrasse problemas em sua viagem de volta, resolveu segui-la à distância. Seus temores estavam certos, pois durante o percurso encontraram um feiticeiro. Quando Zael e Lydia se aproximaram do inimigo, Delphine já estava quase terminando a batalha.

Continuaram seguindo. Zael imaginou que a guerreira Delphine caminhasse direto para Riverwood, mas se enganou. Chegando próximo à cabana Honningbrew Meadery, numa encruzilhada, ela caminhou para Whiterun. Os heróis então decidiram seguir para Riverwood, afim de aguardá-la lá, como combinado.

Mais um dragão estava morto. O que teria Delphine para dizer ao arqueiro, agora que ela sabia dos seus poderes de Dragonborn? Logo eles descobririam.


Obrigado pela companhia pessoal. Até a próxima!
Abraços.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 14)


Ainda desolado por ter falhado em sua missão (Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 13)), Zael continuou seguindo pelos túneis de Ustengrav Depths. Havia um baú com itens caros e pouco mais de duzentas moedas de ouro. Ele teve de descartas alguns de seus livros e outras relíquias menos preciosas por não conseguir carregar mais nada. Saindo Ustengrav, encontrou Lydia e ambos consultaram o mapa para poder se direcionar quanto o trajeto a ser traçado.

Não tinham noção exata da posição da estrada. Leste, talvez. Subiram a montanha e reencontraram o acampamento que haviam cruzado para chegar à Ustengrav. Continuaram rodeando a floresta e por fim chegaram à estrada. Exceto por um assassino, que inclusive carregava uma carta pedindo para matar Zael, o trajeto foi tranquilo.


Pouco depois os heróis encontraram, à margem direita da estrada, a silueta de uma cidade. Zael não pestanejou em visitá-la, pois precisava vender seus itens. Descobriu se tratar de Morthal. A cidade era pequena, disposta nas margens de um rio, tinha pontes de madeira que ligavam as casas e seus moradores eram pouco receptivos. Parecia que a presença dos estrangeiros incomodava a todos, inclusive as crianças.
Ao final Zael não encontrou nenhuma casa de venda que pudesse vender seus itens. Passou a noite na taberna local e no dia seguinte voltaram à estrada principal.

O caminho que deveria percorrer para contornar uma grande montanha, almejando chegar em Riverwood, era enorme. Por que não cruzar a montanha? Ambos saíram da estrada e entraram na floresta íngreme à esquerda. Em determinado momento encontraram outra estrada que parecia subir direto ao topo. Zael considerou a possibilidade dela, após chegar numa parte mais alta do pico, tornar a descer do outro lado. Se isso fosse verdade eles completariam seu percurso em poucos dias.
Entretanto, ainda subindo à montanha, eles ouviram os rugidos do terrível monstro: um Blood Dragon. Zael esqueceu-se completamente do objetivo inicial e subiu correndo pelo caminho. Poucos instantes depois de cruzar por uma caçadora ele avistou o vôo da criatura.


A batalha foi difícil. Como havia alguns Frost Trolls no percurso, o dragão alternava suas baforadas entre os inimigos. Isso deu ao arqueiro a possibilidade de continuar subindo correndo pela estrada até chegar ao local que pareceu ser a morada do Blood Dragon, um lugar chamado Eldersblood Peak.

Lá em cima, como era um lugar amplo, os Frost Trolls, a guerreira e o arqueiro mataram o monstro. Depois da batalha principal Lydia e Zael ainda precisaram derrotar os dois Frost Trolls que restavam.
Além do covil do dragão, Eldersblood Peak também continha um paredão de rocha com vários símbolos escritos, semelhante àquele que encontrou em Ustengrav Depths. Um dos símbolos brilhava em magia azul. Ao se aproximar Zael aprendeu um novo Dragon Shout chamado Disarm Weapon. Infelizmente também não conseguiu executar o feitiço, ainda.

Aproximaram-se do precipício que rodeava todo o lugar e avistaram, a muitos metros abaixo, a paisagem que provavelmente seria a planície próxima de Whiterun.


Zael sabia que se descessem naquela direção conseguiriam chegar à Riverwood. Já estava anoitecendo, mas certamente os outros monstros que encontrariam nesse percurso não seriam tão perigosos quanto o Blood Dragon que acabaram de enfrentar.


Obrigado pela companhia.
Abraços.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 13)


Zael pediu Lydia que aguardasse antes da ponte e avançou silencioso. As primeiras flechas foram certeiras.


Obs.: veja em 1:25 o critical hit deferido na cabeça do inimigo escondido na torre... bem legal.

Após devastar a fortaleza vasculhou tudo. Encontrou um alçapão que levava a uma passagem subterrânea. Através dela era possível chegar a uma caverna que levava ao rio, à direita da ponte. Encontrou algumas poções, itens, mas nada muito substancial.

Pronto! Este era o ponto em que deveriam se afastar da estrada. A trilha normal seguia para a esquerda, provavelmente levando à Solitude. Se cruzassem as cercas da direita e seguisse o rio, caminhariam na direção de Morthal. E assim fizeram. As margens do rio se mostraram tranquilas. Encontraram alguns outros inimigos: ursos, caranguejos gigantes, aranhas e alguns feiticeiros, mas nada muito perigoso. Avançando mais encontraram outra estrada que seguia subindo, levando-os para um ambiente gelado chamado Stonehills.


Um pouco mais à frente havia uma pequena vila com uma mina de exploração. Não perderam muito tempo ali. Avançando, descobriram que precisariam se esgueirar para a esquerda, mais uma vez se afastando da trilha. Perceberam que Morthal já havia passado, há algumas horas à esquerda, talvez. Entretanto se quisessem chegar à Ustengrav precisariam cruzar a floresta nevada. Entre as árvores não muito densas eles encontraram um acampamento, muito semelhante, aliás, àquele existente na estrada que ligava Helgen à Ivarstead. Continuou descendo a montanha até que alcançou seu destino.


Desde que Greybeard Arngeir indicou esse destino para resgatar o Horn of Jurgen Windcaller se passaram muitos dias, inimigos, aventuras perigosas. Zael ficou satisfeito ao finalmente encontrar o ponto onde continuaria seu treinamento.

Ainda do lado de fora foram recepcionados por bandidos. Logo estavam mortos pela maça e arco dos guerreiros. A entrada de Ustengrav era curiosa: tratava-se de uma espécie de poço largo, com uma escada que levava ao fundo por uma altura rasa, de um andar talvez. Zael entrou sozinho, cuidadoso para não ser surpreendido.


O local era composto por muitos túneis. Os poucos inimigos que encontrou muitas vezes lutavam entre si. É como se existissem duas ou três gangues tentando invadir o local. Por onde o arqueiro passou o silêncio foi o único sobrevivente. Durante o percurso encontrou muitas urnas, baús e até passagens secretas. Enfim, chegou a um ponto mais baixo chamado Ustengrav Depths.


Daqui em diante só havia caveiras ou mortos-vivos. Os salões eram espaçosos, com pontes suspensas e arqueiros malignos. Foi avançando com cuidado. Aos poucos vasculhava cada canto. O lugar era um pouco confuso, mas persistiu até chegar a um ponto que aparentemente seria o ápice.


Uma floresta em meio à caverna? Ao que parecia, sim. Ao descer, próximo às árvores subterrâneas, encontrou um paredão cheio de símbolos numa língua estranha, sendo que um deles estava sinalizado por um cosmos azul. Ao aproximar-se sentiu a magia. Ele absorveu um novo Dragon Shout chamado Become Ethereal. Tentou usar o feitiço, mas sem sucesso. Por enquanto ainda nada do Horn of Jurgen Windcaller.

Continuou procurando. Na parte de cima do salão ele encontrou um enigma envolvendo três rochas e três grades, estas últimas bloqueando a passagem para um túnel que Zael ainda não havia visitado. Sempre que ele se aproximava de uma das rochas, uma das grades se erguia. Porém, o tempo em que elas permaneciam abertas era insuficiente para que ele passasse para o outro lado. Logo descobriu que usando seu Dragon Shout chamado Whirlwind Sprint poderia passar por elas antes que fechassem. O Whirlwind Sprint permitia ao arqueiro percorrer uma curta distância como um relâmpago. Ele passou correndo pelas pedras, as grades subiram e invocando o poder Whirlwind Sprint entrou no túnel.

Chegou a um salão com armadilhas no chão. Precisou esgueirar-se pelos cantos da sala para não sofrer dano. Mais a frente encontrou um lugar cheio de teias de aranhas. As aranhas-monstro vieram logo em seguida! Duas delas eram pequenas. Matou-as à distância. Quando se aproximou, uma aranha gigante, três ou quatro vezes maior que as duas, desceu do teto para cima do arqueiro. Precisou correr em volta dela, se esquivando dos tiros de teia e lançando flechas. Conseguiu derrotá-la. As aranhas nunca ofereciam bons itens, mas sempre carregam poções de veneno que o arqueiro podia envenenar suas flechas. Conseguiu três poções nessas aranhas.


Avançando um pouco mais chegou ao salão que acreditava ser o destino final. Enfim, após muitos dias de viagem por toda Skyrim encontrou Ustengrav e estava agora diante do salão que provavelmente encontraria o Horn of Jurgen Windcaller. Resgatá-lo seria sua última missão proposta por Greybeard Arngeir.


Avançou cuidadosamente, afinal, uma relíquia estaria guardada por muitos monstros, inimigos poderosos, feiticeiros, vampiros, outros demônios que ele já conhecia. Ficou surpreso, pois mesmo já próximo do altar nada o atormentava. Seria uma armadilha? Resolveu percorrer o local à procura de algo que o alarmasse. Foi pegando os itens pormenores que encontrou. Nada de inimigos por enquanto. Enfim, resolveu subir ao altar para concluir sua aventura.

Surpresa! O Horn of Jurgen Windcaller não estava ali. Ao invés do artefato encontrou apenas uma carta.


A carta dizia que "um amigo" precisava falar urgentemente com Zael (ou seria com um aventureiro qualquer que procurasse pelo Horn of Jurgen Windcaller?). O encontro supostamente foi marcado num dos quartos do Sleeping Giant Inn localizado em Riverwood. Pelo que parece, se Zael fosse ao local e alugasse o quarto do sótão o misterioso amigo se reuniria com ele.

Zael, o arqueiro, falhou em sua missão! Precisava retornar ao castelo High Hrothgar e contar os fatos ao Greybeard Arngeir. Este ficaria decepcionado? De fato o arqueiro demorou em sua jornada, mas será que o ancião suspeitava que a relíquia não estivesse ali? Seria uma espécie de avalição pela qual Zael precisaria passar para cumprir seu treinamento?

Ali, diante do altar, com uma carta cujo misterioso remetente provavelmente estava de posse do tesouro, Zael sentiu-se desolado pelo fato de precisar retornar sua longa jornada para Riverwood. Seriam muitos dias de viagem. O arqueiro ergueu a cabeça e caminhou em direção ao portal à frente do altar, almejando encontrar a saída.


Nota ao leitor: gente, na boa, fiquei até meio decepcionado ao não encontrar o Horn of Jurgen Windcaller. Nossa, o lugar é longe pra cacete. Vou precisar voltar à Riverwood. De fato acredito que isso seja parte "planejada" do jogo, ou seja, talvez realmente eu não encontrasse esse item aqui, mas confesso que o fato de eu ter demorado tanto pra chegar aqui me deixou com uma ponta de dúvida à respeito. Será que se eu tivesse vindo mais rápido pra cá encontraria a relíquia?

Onde será que está localizado o Horn of Jurgen Windcaller?
O que posso afirmar por enquanto é: Skyrim é um jogo excelente!

Obrigado pela companhia.

sábado, 20 de outubro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 12)


Eles continuaram caminhando para oeste, ladeando o rio sem muitos problemas. A noite caiu. Junto com ela os heróis encontraram um novo desafio: outro poderoso Giant guiando seus dois Mammoths. Com a escuridão o arqueiro sentiu-se confiante em derrotá-los sozinho, furtivamente, é claro. Pediu Lydia que aguardasse e foi para a batalha.


Primeiro ele matou o Giant. Suas expectativas se confirmaram: o Giant não o encontrou no escuro. Com os Mammoths a batalha foi mais difícil. Logo que eles recebiam os golpes e não identificavam o inimigo se afastavam para longe. Zael precisou se aproximar e nessas investidas eles notavam a presença do arqueiro. Havia um pouco de perseguição, mas como eram lentos, logo Zael estava escondido novamente. E assim foi durante toda a batalha. No final os três inimigos estavam mortos.


Zael desconfiou que encontraria outros gigantes por perto pois numa distância relativamente pequena ele havia encontrado dois deles (veja em Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 11) a batalha contra o primeiro deles). Chamou Lydia e seguiram seu caminho. Poucos instantes depois ele viu ao longe uma grande fogueira no escuro. Como era noite, a estrutura refletia assustadoramente no ambiente. Suas suspeitas se confirmaram! Ele acabara de encontrar um acampamento de gigantes chamado Talking Stone Camp. Pediu Lydia que aguardasse-o a uma distância segura e avançou para o perigo.


Os golpes deferidos foram perfeitos, inclusive um deles (aos dois minutos no vídeo) derrubou o gigante como um raio. Por sorte só havia um inimigo. Voltou ao ponto onde deixara Lydia e chamou-a para ajudá-lo a vasculhar o acampamento. Encontrou alguns itens valiosos.

Desse ponto eles avançaram para as montanhas ao norte almejando cruzá-las e chegar diretamente à Ustengrav. Entretanto eles não encontraram um caminho que pudessem descer para o rio na parte baixa. O rio era o seu guia, porém as montanhas ficaram tão acidentadas que ficou impossível continuar por esse caminho. Resolveram voltar até Talking Stone Camp e seguir mais para oeste.

Um tempo depois encontraram a estrada. Resolveram segui-la, pois assim certamente chegariam ao ponto onde seria possível continuar percorrendo a orla do rio. Durante o caminho cruzou por uma pequena vila chamada Rorikstead. Um pouco mais à frente encontrou uma pequena cabana chamada Lund's Hut. Zael achou curioso o fato do dono Lund estar morto. Havia alguns pequenos ratos selvagens. Eles devem ter matado o morador durante à noite, pensou.

Continuaram pela estrada até chegarem a uma encruzilhada. Antes que pudessem escolher o caminho pelo qual seguir foram surpresos por um grupo de bandidos. A batalha não foi muito difícil. Logo os inimigos estavam todos mortos. A encruzilhada dividia a estrada em dois destinos: Markarth, à oeste e Solitude, ao norte. Ambos caminhos passavam longe de Ustengrav. Zael pensou então em continuar seguindo pelo trecho cujo destino era Solitude, sendo que assim que avistasse o rio, sairia da trilha, cruzaria Morthal para enfim chegar à Ustengrav.

Ao longo do percurso, todavia, encontraram uma fortaleza chamada Robber's Gorge.


Ao consultar o mapa viu que esse seria o ponto onde precisaria sair da estrada. Mas o que eles encontrariam em Robber's Gorge? Um grupo de bandidos os aguardavam após a ponte, mas isso eles ainda não sabiam.


Mais uma vez as cordas do arco de Zael cantariam nas montanhas de Skyrim, dessa vez com uma precisão fabulosa, como vocês verão no vídeo do próximo post...
Obrigado pela companhia.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Jogando The Elder Scrolls V: Skyrim (parte 11)



Zael e Lydia, um arqueiro e uma guerreira, seguiram pela estrada na direção de Whiterun, todavia planejaram vasculhar Hill Grund's Tomb. E assim fizeram. Percorreram a trilha até encontrarem, à direita, uma subida íngreme. Chegando ao alto da planície descobriram uma cabana. Ainda do lado de fora um guerreiro chamado Golldir contou-lhes sua história. Basicamente ele pediu ajuda para que eles se aventurassem pela tumba com o objetivo de matar Vals Veran, um necromante. Golldir também iria, prometendo mostrar o caminho entre os túneis de Hill Grund's Tomb. Zael aceitou, mas concordou em protegê-lo na expedição. Então, os três guerreiros iniciaram sua aventura pela Hill Grund's Tomb.



No geral haviam apenas mortos-vivos, recém saídos de suas tumbas. Havia muitos baús e urnas, cheios de moedas e itens valiosos. Golldir, por um momento, chegou a reclamar dos furtos realizados por Zael, mas antes do arqueiro contra-argumentar, o próprio guerreiro entendeu que eles o estavam ajudando. Nada mais justo que pegassem relíquias encontradas no caminho. Depois de alguns túneis, portas e armadilhas, finalmente chegaram ao salão de Vals Veran. Zael pediu que aguardassem silenciosamente enquanto ele deferia uma poderosa flecha envenenada.



Com um único golpe o necromante estava morto. Muitos inimigos surgiram, mas o machado de Golldir, a maça de Lydia e o arco de Zael foram terríveis. Logo só haviam corpos lançados ao chão e um grande número de itens. Após a matança Golldir entregou um prêmio de 750 moedas de ouro aos heróis. Zael achou que o guerreiro o acompanharia na sua jornada, mas este preferiu permanecer nas instalações moribundas que restaram de sua família.

Lydia e Zael seguiram pelas estradas em direção à cidade Whiterun. Faziam muitos dias que Zael não cruzava aquelas bandas. O campado aberto, soldados vigilantes a cada ponto, pequenas instalações rodeando a estrada que antecedia o forte, um estábulo. Adiante, já dentro da vila, muitas pessoas, vendedores, guerreiros, enfim, teve a sensação de estar em casa.



Foi a dois estabelecimentos na parte baixa da cidade, vendou praticamente todas as suas relíquias, exceto dois arcos fabulosos que carregava e os armamentos de Lydia. Comprou centenas de flechas e algumas poções. Como havia arrecadado muitas moedas em suas últimas missões, mesmo depois da compra havia um bom punhado delas.

Numa das tendas abertas, no centro da parte baixa da cidade, Zael conversou com uma senhora vendedora chamada Fralia Gray-Mane. Ela disse que estava passando por grandes dificuldades, mas recusou-se a tecer comentários ali, ao céu aberto. Pediu que Zael a seguisse, desde que estive disposto a ajudá-la. E assim aconteceu. Eles percorreram à cidade até chegarem a sua cabana.


Logo que entrou, um enorme guerreiro chamado Avulstein Gray-Mane empunhava um machado de guerra, pronto para atacar os estranhos. Gray-Mane, identificando-se como a mãe do brutamontes, ordenou que ele baixasse a guarda e explicou que Lydia e Zael estavam ali para ajudar.

Avulstein Gray-Mane então contou detalhadamente a história. Supostamente seu irmão Thorald estava desaparecido e Avulstein suspeitava de que os guerreiros de uma cabana chamada Battle-Borns, localizada em frente à casa da senhora Gray-Mane, estavam envolvidos até o pescoço. Todavia, ele não tinha provas. Pediu então que nossos heróis descobrissem indícios verdadeiros para confirmar suas suspeitas. Zael concordou sem pestanejar.

O que fazer agora? Quem sabe ir à cabana Battle-Borns e procurar por Thorald discretamente. Saíram então dos aposentos da família Gray-Mane, atravessaram a rua em direção a grande cabana Battle-Borns na esperança de encontrá-la aberta. Como era noite, infelizmente o local estava fechado. Ambos foram então para o grande hotel da cidade chamado The Bannered Mare. Se alimentaram e dormiram. Já de manhã, voltaram até Battle-Borns. Dessa vez a porta estava aberta.

Ao chegar lá dentro, uma mulher abordou-o secamente perguntando se eles estavam perdidos. Zael achou melhor sair da casa e pedir Lydia que o aguardasse do lado de fora, para quem sabe vigiar algum tipo de emboscada - se é que isso fosse possível. Nesse instante um homem aproximou-se da cabana, encarou-os e entrou. Zael deixou Lydia no pátio do barracão e voltou à porta. Para sua surpresa ela estava trancada! Uma porta trancada de dia? Com certeza fora o homem que acabou de entrar! Como o barracão era grande, resolveu circundá-lo na esperança de encontrar outra entrada. Havia sim uma porta na lateral direita. Entrou, entretanto, dessa vez não foi bem recebido. A mesma mulher que o abordara em sua primeira visita falou que ele não devia estar ali e ordenou que saísse naquele instante. Um ou dois segundos depois, já se deslocando em direção a porta, mas ainda antes de sair, conseguiu ouvir a mulher falando que chamaria os guardas se ele persistisse em ficar. Por sorte conseguiu sair do local sem maiores problemas.

Dúvida! Estavam agora diante de um dilema. De noite o local estava fechado, deixando-o receoso de entrar e causar alarde. Certamente os guardas iriam prendê-lo. De dia, após a visita do misterioso homem, não poderia entrar sem arrumar confusão. Pensou em passar mais um dia na cidade para tentar uma nova visita posteriormente, mas isso iria comprometer sua jornada. Decidiu então voltar à missão principal orientada por Greybeard Arngeir. Lydia e Zael saíram da cidade e pegaram a estrada para o norte de Whiterun.


Zael achou que se seguissem diretamente para o norte chegariam ao ponto indicado por Greybeard Arngeir. Se enganou. Ao invés de encontrar uma trilha que subia as montanhas, achou um acampamento chamado Hamuir's Rest. Nele havia algumas caveiras humanoides chamadas Skeleton. Todas foram mortas facilmente. Encontrou num baú alguns itens preciosos e caros.

Voltou por onde veio e resolveu seguir para oeste, saindo da estrada principal. Próximo a um pequeno lago, encontrou três terríveis monstros: um Giant e dois Mammoths. Sorrateiramente começou uma difícil batalha.



Depois de muitas flechas e com ajuda essencial de Lydia, Zael matou todos. Apesar de serem monstros enormes, eram lentos. Sempre que um deles se aproximava Zael corria para uma distância segura e deferia seus danos a flechadas. Gastou umas duas dezenas de flechas mas foi vitorioso. Ao final não encontrou muitos itens valiosos, mas ficou satisfeito por derrotar inimigos tão perigosos.

Por fim, olhando o mapa, resolveram caminhar na orla do rio até chegar a um pouco razoável para que pudessem seguir para o norte novamente.


Que inimigos eles encontrariam nesse trecho desconhecido de Skyrim? De fato a viagem seria perigosa, mas Lydia e Zael já acumulavam uma boa experiência. Certamente chegariam ao seu destino vivos. Pelo menos assim ele esperava.


Mais uma vez, muito obrigado pela companhia! Espero que tenham gostado.
Abraços e até a próxima!